na água no amor não me dissolvo
estou ( quem nos governa quem
nos arrasta à guerra ou repouso )
colado a quê um copo sobre a mesa
menos que o copo o fundo desse
copo e não obstante para sempre
preso pois o que basta è tudo o que
me exige uma violentação do que por dentro
è o meu mundo indefinível è tão concreto
mas que não conheço e às vezes temo que me
paralise
viver è submeter - se eu submeto

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