nos bancos tristes que há na cidade
sob em mim próprio como um desejo
ou um remorso da mocidade e atè a
brisa perfidamente lhes roça os lábios
pelos cabelos quando a cidade na sua
frente rindo e correndo finge esquece - los !
eles no entanto sentem - se na bela
( deram - lhe sangue pranto e suor )
quanto mais tarde se vingam
dela por tudo o que hoje sabem
de cor !
e essas paragens nos bancos tristes
( aquela estranha meditação ! )
traz - lhes meu Deus sò porque existes
a garantia do teu perdão !

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