que das mãos arrancam furtivos
retiremos do horto mundo os
desprendamos pomos não
despertemos onde dorme a Erìns
que cada gozo trava como um regato
mudos passageiros gozem escondidos
a sorte inveja amadureçamos
a minha tristeza não è a do lavrador sem terra a minha tristeza è a do astrónomo cego
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