e ao beber nem se recorda que já bebeu
na vida para quem tudo è novo a imarcescìvel
sempre coroem - no pâmpanos ou heras ou rosas
voláteis ele sabe que a vida passa por ele e tanto
corta à flor como a ele àntropos a tesoura mas ele
sabe que a cor do vinho esconde isto que o seu sabor
ogìaco apague o gosto às horas como a voz chorando
o passar das bacantes e ele espera contente quase o
bebedor tranquilo e apenas desejando num desejo
mal tido que abominável onda
ou não molhe tão cedo

Sem comentários:
Enviar um comentário