deixemos a ciência que não
põe mais flores de que a flora
dos campos nem dà Apolo ao carro
outro curso que Apolo contemplação
estéril e longínqua das coisas próximas
deixemos que ela olhe atè ver nada com
seus cansados olhos vê como Ceres è a
mesma sempre e com os louros campo
intumesce e os cala para avenas dos sagrados
Pã vê como seu jeito sempre antigo aprendido
na Orige azul dos céus as ninfas não sossegam
na sua dança eterna

Sem comentários:
Enviar um comentário