o outono mora mágoas
nos outeiros e põe um
roxo vago nos ribeiros
hóstia de assombro a alma
e todas estradas
aconteceu - me esta paisagem fadas de sepulcros
a orgíaco trigueiros os céus da tua face e os derradeiros
tons do poente segredam nas arcadas no claustro sequestrando
a lucidez um espasmo apagado em ódio à ânsia põe dias de ilhas
vistas do convés no meu cansaço perdido entre os gestos e a cor
do outono è um funeral de apelos pela estrada da minha dissonância
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