deixemos a ciência que não
põe mais flores que a flora
pelos campos nem dà de Apolo
ao carro outro curso que Apolo
contemplação estéril e longínqua
das coisas próximas deixemos que ela
olhe atè não ver nada com seus cansados
olhos vê como Ceres è a mesma sempre
e com os louros campo intumesce e os cala
para avenas dos sagrados de Pã
vê seu jeito sempre antigo aprendido na origem
azul dos deuses
as ninfas não sossegam na sua dança eterna
quando os meus passos não quando voltam
meus passos
nega - me o pão o ar a luz
mas nunca o teu riso porque então morreria

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