as asas no cabaço do céu
não lhe respondo a loucura
porque ama com egoísmo
o casulo do seu corpo
fadiga de anjos
ou covardia dos homens
do solo da loucura nenhum filme
è capaz è nas suas mãos que o fluxo
das raìzes agora apazigua os destroços
da voz das minhas às suas sò a bária dos duendes
volta a perscrutar

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