ergue - se a Oriente na cabeça e o nosso
olhar vassalo obediente ajoelha ante a visão
que recomeça enquanto sobe sua majestade
colina do céu a passo de oiro adoramo - lhe
a adulta mocidade que fulge com as chamas
dum tesoiro ma s quando o carro fatigado
alcança o gume e se despenha pela tarde
desviamos os olhos já sem esperança
no crepúsculo estéril nada arde assim
tu meio dia ainda ardente sem filhos
te apagarás no poente

Sem comentários:
Enviar um comentário