e num breve instante
sinto tudo
sinto - me tudo
Deito - me no meu corpo
e despeço - me de mim
para me encontrar
no próximo olhar
ausento -me da morte
não quero nada
sou tudo
respiro - me atè à exaustão
nada me alimenta
porque sou feito de todas as coisas
e adormeço onde tombam a luz e a poeira
a vida ( ensinaram - me assim )
deve ser bebida
quando os lábios estiverem já mortos
Educadamente mortos

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